domingo, 5 de fevereiro de 2017

Boquinha Satisfeita E Cu Carente

Boquinha satisfeita e cu carente

Naquela manhã nublada, caindo uma fina garoa, um pouco frio, a travesti Samanta dormia o sono dos anjos – ou das anjas – na sua cama quentinha e aconchegante. Fora dormir às 4:30h da madrugada. Na noite anterior havia saído com dois clientes. Um deles estava tão nervoso – era a primeira vez que traía a esposa com uma boneca – que não conseguira levantar o pau. Como ela era uma boneca muito atenciosa e gentil, gostava de que os seus clientes ficassem satisfeitos; a não ser, é claro, aqueles malas que não mereciam nenhuma consideração. Pois ela deu um jeito. Chupou o pinto mole do cidadão já entrado em anos. Chupou, lambeu, esfregou na cara, nos peitos, beijou… enfim, deu aquele trato na piroca do velho que a dita cuja conseguiu levantar um pouco. A bandeira ficou a meio mastro. Embora o pau não estivesse totalmente duro, o velho gemia de tesão. Samanta também estava muito excitada ao ver que estava proporcionando prazer àquele homem. Ela era bem dotada e o seu pau estava totalmente duro. A deliciosa Samanta se virou para que o velho agarrasse o seu caralho. Quem sabe ele se animasse também a chupá-lo? Mas o velho não teve coragem para tanto, apenas agarrava com muita gana a bela piça de Samanta.
Boquinha satisfeita e cu carente
Meu cu está carente

E Samanta chupava e lambia com muito desejo. De vez em quando passava a língua nas bolas do macho; ele delirava de tesão. E assim foi uns bons 15 minutos até que o velho não aguentou tanto estímulo de tão habilidosa e carinhosa boca e veio com tudo. Gozou como nunca havia gozado antes, nem nos seus melhores momentos, quando a sua esposa ainda era jovem e bonita. Foi tanto leite que parecia que ele iria se acabar no meio de tanta porra. Samanta adorava leitinho na boca. Ela tomou tudinho, até a última gota. Já era quase meio dia. Ela  acordou e lembrou de tudo o que havia ocorrido. Deu um sorriso safado e sentiu novamente o gosto da porra do pau semi duro do velho gostoso. Se virou na cama, se espreguiçou, estava peladinha. O seu pauzão já estava duro com a lembrança. Estendeu a mão e pegou o seu vibrador, companheiro de todas as horas, pois não havia dado o cu na noite anterior. O outro cliente também não tinha conseguido comê-la, ela é quem o comeu. A sua boquinha estava satisfeita, mas o seu cu estava carente. Somente o seu vibrador poderia quebrar o galho. Passou lubrificante no cu, enfiou tudo no seu rabo e fantasiou que o velho estava fodendo a sua bundinha.

Autor: Pitágoras da Silva

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