segunda-feira, 20 de março de 2017

Renato Libertando A Crossdresser Na Massagem


Renato era um homem temente a Deus. Tinha família, esposa, filhos, tudo direitinho, um escritório de contabilidade ao qual dedicava muito do seu tempo. Era viciado em trabalho, barrigudo, gostava de guloseimas, batatas fritas, essas coisas… Seu tempo era ocupado com o trabalho, com a igreja de “Jesus Ressuscitado No Quarto Dia” – onde dava o dízimo sem falhar nenhum mês – e com as visitas aos lares dos irmãos de crença e de fé, junto com a esposa. Renato era um cara exemplar, próspero financeiramente e com a sua cadeira no céu já garantida. Mas Renato tinha um probleminha que só ele sabia. Volta e meia era acometido pela fantasia de usar roupas de mulher. Desde a adolescência tinha esses sonhos estranhos. No entanto, ele era um homem de fé e temente a Deus. Mantinha-se impávido na sua convicção de macho. Porém, nem tanto… Às vezes, quando ficava sozinho em casa, experimentava calcinhas e sutiãs da sua mulher. Sentia-se uma dama e uma vadia, e delirava pensando em homens que lhe arrancavam a calcinha e o sutiã e comiam a sua bunda fogosa. Até comprou um consolo e gel lubrificante para meter no cu. Entretanto, tudo isso lhe deixava muito culpado e pecador. E com um medo terrível de que sua mulher achasse o consolo com o qual brincava e se divertia em segredo.

Com o passar dos anos o fogo no seu ânus ia aumentando. Será que iria morrer sem sentir um caralho duro arrombando o seu rabinho? Ficava muito dividido – pois era muito temente a Deus – entre a cadeira no céu (já não tão garantida assim) e a tentação do demo que lhe puxava para a luxúria. Assim, não aguentando mais tanto tesão reprimido, resolveu procurar um massagista que prometia “algo mais” no seu atendimento. Deixou o medo de lado e lá se foi, com o cu piscando e o coração pulando no peito, para a massagem, no dia e horário marcados. Tinha comprado uma calcinha vermelha para esse evento. Chegando ao espaço da massagem, tirou a roupa, ficou só de calcinha e deitou-se na maca. O massagista, experiente, sentiu a malícia, e concentrou os esforços na bundinha redondinha de Renato. Toca daqui, toca dali, Renato sentia arrepios com as mãos safadas do massagista. Até que, não aguentando mais, levou a mão e agarrou o pau duro do massagista. Gemia de tesão agarrado na maravilha do caralho. O massagista libertou o pau da calça. Renato caiu de boquete e adorou. O massagista perguntou se ele queria sentir toda aquela gostosura no cuzinho. Renato gemeu, mexeu a bundinha e disse: “quero tudo, quero me sentir mulher nos teus braços.”



O massagista, então, tirou a calcinha da vadia, botou a camisinha, passou lubrificante no pau e foi metendo devagarinho, primeiro a cabecinha; ficou brincando, uns segundos, só metendo e tirando a cabecinha que, por sinal, era uma cabeçorra. O massagista era bem dotado, mas Renato já tinha treinado com o consolo. Foi relaxando as pregas do cu, relaxando… e o pauzão foi deslizando para dentro. Apesar da dor, estava uma delícia. Após as primeiras estocadas, o cu foi relaxando mais, e aí era só prazer. Renato rebolava a bunda se sentindo uma fêmea no cio. “Me fode, meu macho, quero ser a tua puta”. “Mete, gostosão, mete paizinho, mete tudo no rabo da mãezinha”. E por aí afora… Renato deu muito. O massagista fodia gostoso e tinha um pau grosso e duro. Renato já estava cansado – ou cansada – de tanto dar o cuzinho. Ele já estava doendo, coitadinho… Pediu pro massagista tirar e gozar na sua cara. O macho tirou do cu e gozou muita porra na cara de Renato que, batendo punheta, gozou como uma puta cadela vadia, lambendo a porra quentinha e deliciosa do massagista. Enfim, Renato se sentiu mulher, uma verdadeira crossdresser. A vida tinha, a partir daquele momento, um novo sabor. Sabor de caralho, de porra, sabor de pecado. Como era gostoso pecar!

Autor: Tibúrcio do Trabuco Curto

quarta-feira, 1 de março de 2017

Sonho De Felicidade Dando Pro Primo

Sonho de felicidade dando pro primo

Olha só o ar de felicidade desta safadinha! O negócio dela é sentir uma rola bem grossa e dura no cu que o resto é o resto. O seu cu já foi um cuzinho uma vez. Era apertadinho que só entrava um dedinho quando, no banho, ainda um garotinho, ela enfiava o dedo médio com sabonete e sentia calafrios de tesão percorrendo o seu corpinho. Ficava então imaginando como seria um pau de verdade, de carne e nervo, entrando e saindo do seu ânus ainda virgem com todas as suas preguinhas ainda intactas. Minha nossa! Como aquele garotinho tinha desejos de ser uma garotinha e, futuramente, uma mulher gostosona para dar muito prazer aos homens. Finalmente ele conseguiu realizar o seu sonho. Agora, já um homem feito, aliás, uma mulher feita, o que já entrou e saiu de piças de todos os jeitos e tamanhos da sua bundinha gulosa não está no gibi. Lembra da primeira vez quando deu para o primo. O primo já fazia algum tempo que lançava olhares compridos de volúpia em direção a ele. O seu corpo de adolescente já mostrava algumas formas um pouco femininas. Até que um dia aconteceu: o primo entrou no seu quarto e, sem mais nem menos, tirou o caralho para fora e mandou ele/ela pegar. Ele obedeceu tremendo de nervosismo, medo e tesão. O pau do primo era curto e grosso. Estava duro como pedra e ele sentiu toda a sua gostosura na mão. O pau latejava de virilidade e tesão.

Sonho de felicidade dando pro primo



Agarrou as bolas e, instintivamente, ajoelhou-se e começou a lamber toda aquela maravilha. Das lambidas passou às chupadas e o primo gemia de tanto tesão. Mas o primo queria mais. Queria meter no rabinho dele. Ele também estava louco para sentir a rola dura no cuzinho apertado. Começaram a se agarrar e a se beijar e o primo baixou as suas calças e a sua cueca. Quando encostou o caralho na sua bundinha ele quase desmaiou de tesão e deu um gritinho. Ui!!! Não tinham gel lubrificante, o jeito era se virar com cuspe mesmo. Ele chupou o pau mais um pouco deixando-o com bastante saliva, passou saliva no cuzinho e virou a bundinha para o primo lhe comer. O pinto do primo era cabeçudo e quando entrou a cabeça ele sentiu dor. Muita dor. Mas a vontade de dar era tanta que pediu para o primo meter assim mesmo. O pau do primo era grosso e entrou rasgando as suas pregas. Ele/ela deu o rabinho durante uns 10 minutos (de quatro) e o primo não se aguentou mais. Explodiu num gozo fantástico enchendo o cuzinho dela (agora já era ela) de leite quentinho delicioso. A porra escorreu pela sua bundinha. A safadinha então, se sentiu mulher. Uma mulherzinha que sonhava em ter muitos paus e senti-los todinhos dentro do seu cuzinho e da sua bundinha.

Autor: Pitágoras da Silva